sábado, 28 de fevereiro de 2026

Living Colour, Bar Opinião (26/02/2026)

A noite começou com o thrash metal melódico da Madzilla, quarteto que veio de Los Angeles e que apresentou um setlist ancorado em seus títulos mais recentes.O quarteto subiu ao palco liderado pelo guitarrista e vocalista David Cabezas que o tempo todo procurou comunicar-se com o público em português. Ao final, a banda deixou uma promessa de retornar aos palcos gaúchos.
Em seguida, subiu ao palco, ao som da Marcha Imperial de Star Wars, o quarteto estadunidense Living Colour que muito rapidamente mostrou do que era feito: de guitarras e baterias pesadas que se somavam ao suingue funkeado do contrabaixo e, se completavam, com vocais potentes, apresentando ao público o que vieram buscar. O fã de rock sempre imagina a banda perfeita ou ideal: com presença de palco, com músicas contagiantes e que valha a pena o ingresso. Corey Glover, Vernon Reid, William Calhoun e Doug Wimbish são uma banda que possuem essas características.
O bar Opinião lotado assistiu a banda desfilando seus clássicos num show de aproximadamente 2h sobre seus 40 anos de estrada. Aquelas canções que todo fã escuta em seus app's não faltaram: Bi, Glamour Boys, Love rears its ugly head, time, Cult of personality fizeram alegria da plateia que cantava em uma só voz. Além do setlist esperado pelo público Vernon e Glover brindaram com uma versão de Hallelujah que emocionou os presentes.
Se em 2004 o show da banda foi visto por,no máximo, mil pessoas e eu sei porque além de estar lá , lembro de ter ouvido esse comentário na época, desta vez a platéia do Opinião equivalia a um Gigantinho lotado. E para quem não pôde ir fica a sugestão: ouça as músicas do quarteto estadunidense, pois eles estão como vinho, quanto mais o tempo passa, melhores eles ficam. Texto e fotos: Ulisses Santos e Manoel Rodrigues.

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